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  • Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    10 - 24

    Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    Entre 10/3 e 24/4, a Galeria de Vidro recebe a exposição “Tramas da Terra”, uma síntese dos percursos artísticos de Andrelisa Jesus, cuja produção tem a terra como matéria-prima essencial. Em suas obras, os pigmentos de solo protagonizam técnicas mistas com serigrafia, gravura, desenho, pintura e bordado sobre distintas superfícies, mas tendo no algodão cru sua base recorrente e no bastidor sua principal moldura.

    Em “Tramas da Terra”, as linhas do bordado que urdem o tecido estabelecem paralelo com as raízes que tecem o solo e tudo que dele surge e a ele retorna: folhas, galhos, pedras e minerais. Surge, assim, uma coleção com mais de 60 obras em diferentes formatos, que se interconectam e formam uma unidade múltipla, tal qual a trama das raízes.

     

  • Encontro Internacional Artivismo e ativismo social corpos, territórios e resistências em disputa2

    Encontro Internacional "Artivismo e ativismo social: corpos, territórios e resistências em disputa"

    17 - 19

    Encontro Internacional Artivismo e ativismo social corpos, territórios e resistências em disputa2

    Entre os dias 17 e 19 de março de 2026, será realizado o Encontro Internacional “Artivismo e Ativismo Social: Corpos, territórios e resistências em disputa”, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás (PPGACV-UFG). O evento reúne conversatórios políticos e teóricos, além de laboratórios de criação, abordando as relações entre práticas artísticas, cultura visual, mobilização social e transformação no contexto latino-americano.

    Dividido em três eixos, o encontro convoca artistas e pesquisadoras do Chile/México, Bolívia e Brasil, cujas trajetórias combinam lutas sociais e compromissos político-estéticos com espaços públicos, entendidos como experiências situadas e tramas sociopolíticas que, por sua vez, desafiam lógicas hegemônicas.

    Nesse contexto, as práticas reunidas evidenciam a pluralidade dos territórios latino-americanos como memórias vivas, ações públicas e movimentos coletivos, construindo representações significativas que articulam arte, afetos e alianças como ferramentas de transformação sociocultural. Ao mesmo tempo, o artivismo e o ativismo social disputam narrativas hegemônicas, tornam visíveis violências e ativam processos de imaginação coletiva, organização comunitária e produção de conhecimento, sustentados em práticas coletivas e pedagógicas comprometidas com o comum.

    O encontro valoriza saberes acadêmicos e sociais, promovendo intercâmbios que convertem pensamento em ação e interrogam: De que maneira as práticas artivistas vinculadas a movimentos sociais afetam e reconfiguram os espaços públicos e os imaginários políticos na América Latina?

    A programação inclui apresentações das convidadas, uma homenagem aos 50 anos do filme Feminino Plural (1976), dirigido por Vera de Figueiredo, considerado um dos primeiros filmes feministas realizados no Brasil, conversatórios públicos abertos e um encerramento coletivo que culmina na criação de uma obra em espaço público, afirmando o conhecimento como construção situada e compartilhada.

  • exposição “Marcha para o fim do Oeste”

    Abertura da exposição “Marcha para o fim do Oeste”

    17

    exposição “Marcha para o fim do Oeste”

    A exposição “Marcha para o fim do Oeste”, dos artistas Glauco Gonçalves e Henrique de la Fonte, com curadoria de Paulo Duarte-Feitoza, será inaugurada no dia 17/3, às 19h, no Centro Cultural UFG (CCUFG), em Goiânia. A mostra conta ainda com a participação de Flávia Leme, Robert Valentim, Wesley Garcia e Fernão Carvalho.

    O projeto parte da história da antiga sede da Companhia Energética de Goiás (Celg), edifício modernista construído entre 1956 e 1958 e demolido após anos de abandono. Durante cerca de três anos, os artistas acompanharam o processo de deterioração do prédio e reuniram fotografias, vídeos, documentos e fragmentos arquitetônicos, transformando esses vestígios em matéria artística.

    A exposição propõe uma reflexão sobre memória urbana, patrimônio e as transformações das cidades, abordando o desaparecimento de arquiteturas modernas e as disputas em torno da preservação do espaço urbano.

  • Plant Festival – Choro Jazz

    Plant Festival – Choro Jazz

    18 - 20

    Plant Festival – Choro Jazz

    O Plant Festival – Choro Jazz é um festival dedicado à música instrumental brasileira, reunindo artistas de diferentes regiões do país em torno do diálogo entre o choro e o jazz. Realizado no Teatro do Centro Cultural UFG, em Goiânia, o evento acontece entre os dias 18 e 20 de março de 2026, com duas apresentações por noite, sempre a partir das 19h.

    A programação reúne músicos que representam diferentes gerações da música instrumental, destacando a riqueza melódica, a improvisação e o virtuosismo característicos do gênero. O festival conta com apresentações de artistas de Goiás e de outros estados, reforçando o intercâmbio cultural e a valorização do choro, recentemente reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

    Na primeira noite (18 de março), apresentam-se a pianista Maximira Luciano (GO) e o duo formado por Cristóvão Bastos (RJ) e Rogério Caetano (GO). No dia 19 de março, sobem ao palco Everson Bastos (GO) e o Carol Panesi Trio (SP), grupo reconhecido na cena instrumental contemporânea. Encerrando o festival, no dia 20 de março, o público acompanha os shows de Fabiano Chagas e Chico Chagas (AC) e do duo Guinga e Jean Charnaux (RJ), dois importantes nomes da música brasileira.

    O festival é organizado pela produtora cultural Fernanda Santos e pela Plant Cultura e Produções, com o objetivo de promover a circulação da música instrumental e ampliar o acesso do público a artistas de destaque no cenário do choro e do jazz. A entrada é gratuita, por ordem de chegada.

  • Notas para uma semântica vegetal de Yuly Marty

    Exposição "Notas para uma semântica vegetal", de Yuly Marty

    20 - 16

    Notas para uma semântica vegetal de Yuly Marty

    A @galeriadafav abre suas portas para receber a exposição "Notas para uma semântica vegetal" de Yuly Marty. A exposição explora a relação entre natureza e escrita, transformando elementos naturais em ferramentas de registro. A abertura será realizada no dia 20/3, às 19h, e o período de visitação, de 23/3 a 16/4.

    Inspirados no livro Botânica Paralela (1976), de Leo Lionni, os trabalhos vão da criação de escritas e carimbos à organização de plantas fictícias em livros e caixas taxonômicas, compondo um arquivo que reúne e ordena registros e formas de classificação e escrita.

    Na quinta-feira, às 10h, haverá uma palestra e bate-papo com a artista Yuly Marty.

     

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  • 2o Simpósio de Doença de Chagas retorna nos dias 7 e 8 de abril e reforça estratégias de vigilância e
controle vetorial em Goiás

    2º Simpósio de Doença de Chagas

    07 - 08

    2o Simpósio de Doença de Chagas retorna nos dias 7 e 8 de abril e reforça estratégias de vigilância econtrole vetorial em Goiás 1

    A segunda edição do Simpósio de Doença de Chagas no Estado de Goiás será realizada nos dias 7 e 8 de abril de 2026, no auditório do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP), reunindo
    especialistas de referência nacional para debater avanços, desafios e estratégias contemporâneas de enfrentamento da doença. O evento é promovido pelo projeto “UniChagas: a Universidade no enfrentamento da doença de Chagas”, pelo IPTSP da Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO).

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A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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