Publicado edital para contratação de docentes substitutos
Inscrições poderão ser feitas de 9 a 21 de outubro
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MGI informa alterações na avaliação dos ingressantes a partir de 7/2/2025
Professor Edson Franco Gomes recebe o título de Doutor Honoris Causa da UFG
Prova reúne candidatos em 8 cidades de Goiás e marca o primeiro vestibular da nova gestão
José Bezerra Costa era professor aposentado da Faculdade de Direito da UFG
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UFG lança campanha para reduzir gastos com energia elétrica e convida comunidade a se engajar nessa ação

O Centro Cultural UFG recebe, nos meses de setembro, outubro e novembro, a temporada 2026 do Projeto Allegretto. A iniciativa promove concertos didáticos gratuitos, especialmente voltados a estudantes, com o objetivo de ampliar o acesso à música de câmara e estimular novas formas de escuta e apreciação musical.
Formado por violino (Katlen Santana), violoncelo (Ana Cláudia Assis) e piano (Consuelo Quireze Rosa), o Trio de Câmara Allegretto apresenta diferentes possibilidades sonoras e expressivas desses instrumentos. Entre as obras, os músicos conversam com o público, explicam características do repertório, demonstram os instrumentos e respondem a perguntas dos participantes.
O formato busca aproximar palco e plateia, tornando a apresentação uma experiência artística e educativa. Além de conhecer aspectos da música de câmara, os estudantes são convidados a perceber como ritmo, melodia, harmonia, intensidade e interação entre os instrumentos contribuem para a construção musical.
A temporada contará com três apresentações no Teatro do Centro Cultural UFG: no dia 2 de setembro, às 10h; no dia 7 de outubro, às 15h; e no dia 11 de novembro, também às 15h.
As apresentações são gratuitas e destinadas principalmente a grupos escolares, mediante agendamento prévio e disponibilidade de vagas.
A Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim recebe, em outubro de 2026, a exposição inédita “O que o traço conta”, da ilustradora Adriana Mendonça. A exposição é acompanhada do Cantinho da Leitura Valéria Belém, que integra a programação.
Reunindo trabalhos desenvolvidos desde 2000, a exposição percorre mais de duas décadas da trajetória de Adriana Mendonça dedicada à ilustração e ao livro.
Entre os destaques está a expressiva parceria com a escritora Valéria Belém, que resultou em mais de 40 livros presentes na mostra, além de publicações de autoria própria, ao longo desse percurso, outras vozes e encontros também se incorporaram à produção da ilustradora, em trabalhos com autores e parceiros como Tatiana Takeda, Augusta Faro, Clêidna Landivar, Yeda Marquez, Newton Murce e Bartolomeu Campos Queirós.
Entre palavras e imagens
Mais do que reunir livros, desenhos, pinturas, aquarelas e esboços dos processos de criação, “O que o traço conta” convida o público a observar as diferentes maneiras pelas quais uma ilustração pode narrar. Na proposta da mostra, ilustrar não significa simplesmente ornamentar uma página ou transformar palavras em desenhos. A ilustração surge como outra forma de leitura, capaz de ampliar sentidos e abrir novas possibilidades para a imaginação.
Traços, cores, pinceladas, texturas e espaços em branco passam, assim, a participar da construção da narrativa. Entre aquilo que está escrito e aquilo que pode ser imaginado, a exposição convida o visitante a se aproximar da página não apenas como leitor de palavras, mas também de imagens, pausas, gestos, cores e silêncios.
Exposição: O que o traço conta — Adriana Mendonça
Abertura: 1º de outubro de 2026, às 10h.
Visitação: 2 a 30 de outubro de 2026, das 7h15 às 21h
Local: Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim — Campus Samambaia/UFG
Endereço: Av. Esperança, s/n, Chácaras Califórnia, Goiânia – GO



Na terça-feira (6/10), o Café com Ciência receberá a pesquisadora do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS/CNPEM) e docente da Unicamp Verônica Teixeira, que vai apresentar a palestra "Sirius: uma plataforma avançada para o estudo de novos materiais".
O Sirius é um acelerador síncrotron de 4ª geração e a infraestrutura científica mais avançada já construída no Brasil, permitindo investigar a estrutura íntima e as propriedades da matéria do infravermelho aos raios X. Durante o encontro, a pesquisadora apresentará um panorama do complexo e detalhará as linhas de luz da instalação, com ênfase na linha Carnaúba, voltada a experimentos de nanoespectromicroscopia.
A apresentação abordará pesquisas dedicadas ao desenvolvimento de materiais funcionais, em especial compostos luminescentes, explorando o emprego da luz síncrotron na elucidação dos mecanismos fundamentais desses processos ópticos e suas aplicações tecnológicas e biomédicas.

Em 2026, o curso de Publicidade e Propaganda da FIC/UFG completa 30 anos de história. Neste momento de celebração, os egressos do curso são convidados a participar das comemorações que marcam essa trajetória e reconhecem a contribuição de todos que fizeram e fazem parte da construção do curso.
A programação tem início com o evento “Inspira Pocket - Especial 30 anos", nos dias 7 e 8/10, no auditório da FIC/UFG. Serão dois dias de conexões entre egressos, docentes, discentes e técnico-administrativos via workshops, encontro com egressos, apresentações de trabalhos de conclusão de curso, conduzidos por profissionais que passaram pelo curso de Publicidade e Propaganda da FIC/UFG ao longo dessas três décadas.
A programação e as demais ações do curso estão disponíveis em dois perfis do Instagram: @publicidade_ufg e no @inspirapublicidade.
O Centro Cultural UFG (CCUFG) recebe, a partir de 8/10, a exposição “Gestos autobiográficos”, de Brayan Arantes. A abertura será realizada às 19h, na Galeria de Vidro do CCUFG. A mostra poderá ser visitada gratuitamente de 9/10 a 13/11, das 10h às 17h30.
Resultado da pesquisa de doutorado desenvolvida pelo artista no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual (PPGACV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), a exposição parte da pintura para investigar como ações, sentimentos, memórias, palavras, rascunhos e objetos podem constituir gestos e participar da construção de uma narrativa autobiográfica.
Em “Gestos autobiográficos”, Brayan Arantes amplia a noção de gestualidade para além do movimento corporal. Os gestos aparecem também como ações simbólicas e materiais que atravessam o fazer artístico e estabelecem relações entre memória individual, história familiar e experiências de perda.
A exposição reúne quatro séries pictóricas: “Os Cabelos de Minha Vó São Brancos” (2024), “Árvore Genealógica” (2024), “Os Vestidos de Minha Vó São Pretos” (2025) e “Fragmentos da minha casa de infância” (2026). Em conjunto, os trabalhos percorrem diferentes dimensões da memória familiar e da experiência do luto, tendo como ponto de partida materialidades e lembranças relacionadas à família materna do artista.

No dia 8/10, às 20h, o Centro Cultural UFG recebe o monólogo escrito e interpretado por Hélio Fróes, ator e diretor da consagrada Cia de Teatro Nu Escuro. A entrada é franca, com retirada de ingressos por ordem de chegada.
No palco, apenas um tapete de couro circular, um tacho de cobre, Hélio Fróes e suas memórias ficcionadas sobre o seu pai. O trabalho é uma jornada pessoal e profunda, que mergulha nas lembranças do ator e dramaturgo.
“Cobre do meu pai” é um trabalho sutil, minimalista e profundo, que versa sobre identidade e memória, patriarcado e masculinidades. Parte de uma história real que conduz a uma ficção e fabulação de memórias de Hélio sobre o seu pai. “São questões pessoais, mas que também têm uma dimensão universal, na medida em que o trabalho aborda temas com os quais o público também poderá se identificar”, compartilha o dramaturgo.
No cerne dessa narrativa, encontramos a relação infantil entre Hélio e seu pai, um homem que, aos olhos de uma criança, era um verdadeiro herói. No entanto, à medida que a história se desenrola, descobrimos um passado repleto de sombras e atitudes que questionam essa figura paterna.
A Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim recebe, em outubro de 2026, a exposição inédita “O que o traço conta”, da ilustradora Adriana Mendonça. A exposição é acompanhada do Cantinho da Leitura Valéria Belém, que integra a programação.
Reunindo trabalhos desenvolvidos desde 2000, a exposição percorre mais de duas décadas da trajetória de Adriana Mendonça dedicada à ilustração e ao livro.
Entre os destaques está a expressiva parceria com a escritora Valéria Belém, que resultou em mais de 40 livros presentes na mostra, além de publicações de autoria própria, ao longo desse percurso, outras vozes e encontros também se incorporaram à produção da ilustradora, em trabalhos com autores e parceiros como Tatiana Takeda, Augusta Faro, Clêidna Landivar, Yeda Marquez, Newton Murce e Bartolomeu Campos Queirós.
Entre palavras e imagens
Mais do que reunir livros, desenhos, pinturas, aquarelas e esboços dos processos de criação, “O que o traço conta” convida o público a observar as diferentes maneiras pelas quais uma ilustração pode narrar. Na proposta da mostra, ilustrar não significa simplesmente ornamentar uma página ou transformar palavras em desenhos. A ilustração surge como outra forma de leitura, capaz de ampliar sentidos e abrir novas possibilidades para a imaginação.
Traços, cores, pinceladas, texturas e espaços em branco passam, assim, a participar da construção da narrativa. Entre aquilo que está escrito e aquilo que pode ser imaginado, a exposição convida o visitante a se aproximar da página não apenas como leitor de palavras, mas também de imagens, pausas, gestos, cores e silêncios.
Exposição: O que o traço conta — Adriana Mendonça
Abertura: 1º de outubro de 2026, às 10h.
Visitação: 2 a 30 de outubro de 2026, das 7h15 às 21h
Local: Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim — Campus Samambaia/UFG
Endereço: Av. Esperança, s/n, Chácaras Califórnia, Goiânia – GO


O diretor Sérgio Teixeira de Carvalho e a vice-diretora Deborah Silva Alves Fernandes convidam para a cerimônia de comemoração dos 30 anos do Instituto de informática da Universidade Federal de Goiás (INF/UFG). O evento terá como temática a celebração da memória e vai exibir, como parte da programação, um documentário sobre a herança do instituto.
Será um momento especial para celebrar as conquistas, relembrar a trajetória construída ao longo dessas três décadas e reconhecer as pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do instituto e da área de computação em Goiás.
Consulte a página com as informações do I Seminário Fórum Nacional das Comissões de Heteroidentificação das Universidades e Institutos Federais "Heteridentificação: direito às cotas raciais no Brasil"
Inscrições: gratuitas
Clique aqui para se inscrever no seminário

Serviços
A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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5ª Avenida - Setor Leste Universitário
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