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  • Exposicao_4_Poder_Reitoria

    Exposição "Jornal 4º Poder 60 Anos" - Câmpus Samambaia

    20 Gen a 28 Feb

    A semana de aniversário de 62 anos da Universidade Federal de Goiás (UFG) foi iniciada com o lançamento da exposição “Jornal 4o Poder 60 Anos”. O jornal foi um marco na história da imprensa universitária goiana e da própria Universidade, pois foi idealizada desde o início da UFG e criada quando a Universidade contava com apenas dois anos de existência. A exposição agora poderá ser vista no prédio da Reitoria da UFG, no Câmpus Samambaia, de 20 de janeiro a 28 de fevereiro de 2023.

    Em 2022, ano em que a Universidade Federal de Goiás completa os seus 62 anos e o jornal 4º Poder completa os seus 60 anos, foi apresentada esta exposição que conta com 7 capas e 1 edição na íntegra deste veículo de comunicação que fez parte da criação da imprensa universitária nos primeiros anos da UFG.

    Esta exposição só se realizou graças ao olhar visionário de Colemar Natal e Silva, que no período de sua atuação como reitor lançava ideias sobre a importância do jornal tema de nossa amostra: “A história da Universidade Federal de Goiás está toda nas páginas do 4º Poder. Fácil será o estudioso de amanhã refazer os caminhos percorridos e etapas vencidas através da crônica viva de uma época de realizações.”

    O jornal 4º Poder foi o primeiro veículo de comunicação da UFG. Editado pelo Departamento de Imprensa da UFG após a inauguração do maior parque gráfico da região Centro-Oeste em dezembro de 1962 à época, marcou a consolidação da Imprensa Universitária e contou com colaboradores notáveis como Bernardo Élis, Marietta Telles Machado, Gilberto Mendonça Teles, Horieste Gomes e Zoroastro Artiaga, até o seu fechamento definitivo em 1964.

    Os pilares do jornal 4º Poder eram a liberdade de ideias e o debate. Suas páginas revelam a complexidade de um contexto sociopolítico específico de produção cultural tanto dentro quanto fora da UFG. Por essa razão, considera-se que o periódico tem “valor de preservação”, contendo elementos que se enquadram como patrimônio histórico, bibliográfico, artístico e cultural, e que revelam aspectos importantes da memória da UFG.

    O projeto de digitalização do acervo foi contemplado pelo Edital de Letras Aldir Blanc - Concurso nº 13/2021 - Secult Goiás - Secretaria Especial de Cultura - Governo Federal. O acervo de onde foi realizado o recorte curatorial para a presente exposição, conta com 55 edições completas e 73 capas. A gestão do acervo incluiu a conservação (higienização, restauração e acondicionamento), a catalogação, a digitalização, a disponibilização ao público e a doação dos exemplares à UFG.

    O Coletivo Koskatl, em parceria com a UFG e o Arquivo Histórico Estadual de Goiás, realizam esta exposição com o objetivo de resgatar a história dos três primeiros anos de estruturação da UFG para que à comunidade acadêmica e externa possam saber um pouco sobre o que aconteceu de mais importante nos primeiros anos de vida da instituição.

    Curadores: Adriana Parada, Luana Cássia Miranda Ribeiro, Luisa Guimarães e Pablo Fabião Lisboa.

    Fonte: DigitalLab UFG e Secom UFG

     

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  • projeto-adufg-memoria-promove-roda-de-conversa-com-professores-e-estudantes.j

    Projeto Adufg Memória - roda de conversa com professores, estudantes e técnicos

    28 Gen a 11 Feb

    Público-alvo: profissionais, técnicos, professores e estudantes

    Participantes: até 10 pessoas mediante agendamento prévio

    Agendamento de participação: pablolisboa@ufg.br 

    Encontros: aos sábados

    Próximas datas:

    28/01/23 

    04/02/23 

    11/02/23 

     

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    Projeto Adufg Memória promove roda de conversa com professores e estudantes

    Iniciativa tem como principal objetivo preservar a história da entidade sindical na defesa dos direitos da categoria docentes

    O Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) promoveu no último sábado (21/1), mais uma roda de conversa do projeto “Adufg Memória”. A iniciativa atua no sentido de preservar a história da entidade sindical, por meio de ações de organização e digitalização de documentos.

    A edição do último sábado recebeu professores e estudantes, que acompanharam uma demonstração de etapas, como higienização, digitalização e picoteamento de papeis que serão descartados. “Após a apresentação de etapas do nosso trabalho, fazemos questão de conversar com os visitantes. Também buscamos o fortalecimento da pesquisa”, explica o coordenador do projeto, professor Pablo Lisboa.

    O docente também ressalta que a iniciativa permanece aberta para o recebimento de visitas, principalmente de estudantes e professores com interesse em pesquisas nas áreas de biblioteconomia, museologia, comunicação, gestão da informação e história. As visitas podem ser agendadas pelo e-mail pablolisboa@ufg.br.

    Fonte: Adufg

  • Sibi_evento_31-1-23

    Exposição "História das histórias em quadrinhos no Brasil"

    30 Gen a 28 Feb

    Sibi_evento_31-1-23

     

    Exposição "História das histórias em quadrinhos no Brasil"

    Em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional, celebrado em 30 de janeiro, a Biblioteca Central realizará a exposição "História das histórias em quadrinhos no Brasil", que reúne informações sobre como as histórias em quadrinhos nasceram e se desenvolveram em nosso país. A exposição está inserida na programação de comemoração dos 50 anos da Biblioteca Central. 

    Imagem de HQ da  Exposição Histórias das HQ no Brasil
    Reprodução de As aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte. Fonte: As Aventuras de Nhô-Quim & Zé Caipora: os primeiros quadrinhos brasileiros 1869-1883/
    Angelo Agostini (2013, p. 35-36) de Athos Eichler Cardoso (org). Disponível em: https://bit.ly/3CgOuJM.

    Instituído em 1985 a pedido da  Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas de São Paulo, o Dia do Quadrinho Nacional homenageia o que se entende como o primeiro quadrinho brasileiro: As aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte, de autoria de Angelo Agostini e publicado em 30 de janeiro de 1867 no Jornal Vida Fluminense. A exposição fará um breve passeio sobre os pontos marcantes da história dos quadrinhos no Brasil, do seu início no espaço dos jornais até o ambiente digital contemporâneo.

    Marque na agenda:

    Exposição: “História das histórias em quadrinhos no Brasil”

    Local: Hall térreo da Biblioteca Central

    Período: De 30 de janeiro a 28 de fevereiro de 2023

    Horário: Das 7h15 às 22h

    Organizadoras: Cátia Ana Baldoino da Silva (GRT/BC/UFG) e Cláudia Moura (GRT/BC/UFG)

    Fonte: Sibi/UFG

  • Exposiçã_Era-o-que-havia-dentro-de-mim_31-JAN-23

    Exposição Era o que havia dentro de mim

    31 Gen a 15 Feb

    era o que havia

     

    Exposição "Era o que havia dentro de mim"

    A galeria ExpoLab da Faculdade de Artes Visuais (FAV) da Universidade Federal de Goiás (UFG) convida todos à abertura da exposição Era o que havia dentro de mim…, com curadoria realizada pela turma da disciplina Processos Curatoriais (2023/1) ministrada pelo professor Paulo Henrique Duarte-Feitoza. Ocorrerá no ExpoLab (Sala 09), ambiente expositivo dentro da Faculdade de Artes Visuais, com abertura programada para o dia 31 de janeiro às 9:30h. Ficará aberta ao público até o dia 15 de janeiro, de segunda à sexta. 

    Intitulada Era o que havia dentro de mim…, reúne egressos, estudantes e mestres que transitam e convivem com a Faculdade de Artes Visuais, todos eles contam sobre suas memórias, sejam elas pessoais e/ou em sociedade, um tempo constante que reúne passado, presente e futuro dialogando com nossas próprias lembranças e com aquilo de mais íntimo que há dentro de nós. 

    Ocorrerá no dia 7 de fevereiro às 09h30h in loco o lançamento do catálogo da exposição. Acompanhe as atualizações sobre Era o que havia dentro de mim… nas redes sociais do ExpoLab.

  • balcao2

    O Balcão - espetáculo teatral

    01 Feb a 02 Feb

    balcao2

    Espetáculo teatral encenado, produzido e dirigido por estudantes e professores da Emac estreia nesta quarta-feira no CCUFG

    A montagem é fruto de disciplinas dos cursos de Teatro licenciatura e Direção de Arte e conta com a orientação e direção de docentes da Escola

    Inspirado no texto “O Balcão”, do dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986), o espetáculo que estreia nesta quarta-feira no Centro Cultural UFG é fruto das disciplinas "Processo de Montagem I e II", do primeiro e segundo semestres de 2022 do oitavo período do curso de Teatro Licenciatura.

    Além de estudantes de teatro, a concepção de iluminação da montagem foi realizada por discentes do curso de Direção de Arte, orientados pelo Prof. Alexandre Nunes na disciplina "Iluminação, Projeções e Efeitos I". Na caracterização e figurinos, participaram estudantes do curso de Teatro Licenciatura da disciplina "Introdução à Caracterização do Ator", orientados pela Profa. Rafaela Blanch Pires. O professor da Emac e coordenador do curso de Direção de Arte, Saulo Dallago, é o diretor geral da montagem.

    O espetáculo terá duas apresentações no Centro Cultural UFG (CCUFG) nas próximas quarta e quintas-feiras, dias 1 e 2 de fevereiro. A entrada é gratuita.

    Sinopse
    O enredo da peça se passa numa grande casa de diversões, onde clientes misturam o real e o imaginário na busca pela satisfação de suas fantasias, enquanto uma rebelião acontece do lado de fora, em constante ameaça àqueles que, refugiados no Balcão, se esquecem de suas próprias realidades por algumas horas.

    Tendo como ponto de partida o texto “O Balcão”, do dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986), o espetáculo procura manter-se fiel às ações apresentadas na trama original, mas com total liberdade criativa para que os estudantes criassem suas próprias concepções e interpretações sobre a obra, atualizando a linguagem e trazendo referências contemporâneas ao drama.

    Fonte: Emac UFG

     

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  • FAV exposicao BH.

    Professores-artistas da FAV participam de exposição em Uberlândia

    12 Gen a 10 Feb

    FAV exposicao BH.

    A exposição Com os pés plantados nas nuvens do grupo Âmbar, apresenta um conjunto de obras dos artistas-professores Adriana Mendonça, Eliane Chaud, Glayson Arcanjo, Maria Tereza Gomes, Odinaldo Costa, Paulo Duarte-Feitoza e Rubens Pileggi, que são resultado de processos criativos, que buscaram pensar, discutir e criar a partir do mote da luz e da cor âmbar tão característicos da região central do Brasil. Situados no Brasil Central, e de olho nas peculiaridades do cerrado, do céu e da luz deste entorno geográfico, os artistas; - que são também professores do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás -, criaram pensando nesta cor que se apresenta de forma tão efêmera, porém tão intensa nos céus da região central do país.

    Criado por docentes do curso de Artes Visuais com o intuito de desenvolver trabalhos nas Práticas Artísticas, o Grupo Âmbar da FAV/UFG, ligado ao CNPq, apresentou, no ano passado, a exposição "Com os pés plantados nas nuvens", no CCUFG. Essa mesma exposição foi adaptada para ser exibida na cidade de Uberlândia/MG, cumprindo o desafio de fazer circular a produção dos professores/artistas/pesquisadores da FAV em outros espaços expositivos.

    Selecionada em Edital Público, a exposição será inaugurada no dia 12 de janeiro de 2023 na galeria do Espaço Municipal Lourdes Saraiva Queiroz, e se configura como a primeira mostra fora de Goiânia, apresentando uma produção que tem como premissa a criação de uma arte que atue e reflita o contexto do Cerrado e as questões regionais, criando diálogos com a produção e reflexão contemporânea de arte em diferentes contextos.

    Artistas-professores participantes:
    Adriana Mendonça, Eliane Chaud, Glayson Arcanjo, Maria Tereza Gomes, Odinaldo Costa, Paulo Duarte-Feitoza e Rubens Pileggi

    A exposição está cadastrada na PROEC através do projeto de extensão:
    Com os pés plantados nas nuvens: exposição itinerante do Grupo Âmbar em Uberlândia (EV379-2022)

    Quando:
    🖼️ Abertura: 12 de janeiro 2023 (Quinta-feira) 19h
    🖼️Visitação até 10 de fevereiro
    📍Galeria Lourdes Saraiva | Oficina Cultural , Uberlandia - MG

  • vermelho brasa

    Galeria da Fav apresenta Vermelho Brasa de Camila Moreira

    13 Gen a 10 Feb

    vermelho brasa

     

    VERMELHO BRASA
    exposição de CAMILA MOREIRA

    Das cinzas, outros brasis

    A intensa exploração de ibirapitanga – o pau-brasil – no início da invasão portuguesa, para além de representar a primeira atividade comercial predatória exercida por Portugal no início da colonização de nosso país, evidenciou a presença do vermelho em nossa história, dos primórdios à atualidade, de formas distintas e marcantes. “Brasil”, “cor de brasa”, “vermelho das brasas” ou simplesmente “vermelho”, daria nome à árvore e, posteriormente, a essa terra. Um batismo que traz, também, violência em seu nome.
    Concentrada na região da Mata Atlântica, a exploração do pau-brasil foi conduzida pelo interesse em sua madeira e, sobretudo, pela extração de sua resina avermelhada, apropriada à produção de corantes que agradavam os desejos europeus. Entretanto, não diferente de outros processos de colonização que fatiaram o mapa mundi com processos de apagamentos, violência e destruição, sua exploração levou a árvore a um processo de quase extinção e, no caso da nossa relação com o meio ambiente, a um contínuo processo de devastação.
    Desde a invasão, o vermelho banhou, também, milhares de corpos indígenas genocidados. Por fetichização e desrespeito por outros seres e espécies, lavou animais silvestres e seus habitats naturais. Como brasa, o mesmo vermelho transformaria nossas matas e florestas em terras arrasadas. Desde sempre, essa coloração recobre nossa história e memória: o vermelho tinta é também constante vermelho sangue. De 1500 até os dias atuais, boiadas passam e processos de devastação e desalento sucumbem nossa fauna e flora.
    Tais reflexões mobilizam a produção da artista Camila Moreira na mostra Vermelho Brasa. Ao propor uma mirada à destruição da Floresta Amazônica, um dos maiores biomas do nosso país e do mundo, a artista lança questionamentos sobre o dia seguinte, sobre qual legado deixaremos às próximas gerações. Àqueles e àquelas que virão, que terra irão herdar? Que futuro germinará? Tal processo de devastação legitimado pela grilagem, pelo especismo, pelas queimadas criminosas e pelo desapreço à democracia e ao patrimônio brasileiro nos situa num estranho lugar – não raro – de indiferença e desinteresse pela realidade das coisas. Até onde a vermelhidão me toca?
    Apresentando uma série de obras, a artista lança mão de proposições como desenhos, pinturas, vídeos e instalações, nos colocando frente a imagens sobre nossa fauna e flora ameaçadas de extinção. Da fragilidade das obras, em materiais efêmeros e impermanentes, as imagens que Camila Moreira nos propõe em suas amarras, tramas, costuras e colagens de fragmentos de textos e diversos materiais, constantemente perpassados pela cor vermelha, demandam uma tomada de posição. Uma posição de respeito à ancestralidade que nos conecta com essa terra
    para, nela e por ela, mirarmos possibilidades de uma terra viva, de respeito e comunhão com a natureza, nosso bem maior. Um olhar no espelho que propõe reflexões sobre nosso posicionamento frente à devastação da natureza, à destruição de um bem comum universal, que muito nos diz sobre nossa forma de ser e estar no mundo, um estado passivo e de inércia que demanda atitude. Nas palavras da artista, “a exposição se propõe com um suspiro, uma brisa que espera e deseja que algo mude em muito breve”.
    Ainda que as queimadas não-naturais promovam extinções desequilibradas e empobrecimento dos solos, as queimadas naturais podem contribuir com processos de renovação dos solos e da vida. Que da devastação saibamos nos levantar em floresta, como mata fechada, fortaleza de natureza impenetrável. Que dessas brasas, germinem outros brasis.

    Sandro Ka
    artista visual, professor e pesquisador
    EBA/UFMG

    ___________________________________________________________________

    VERMELHO BRASA. Camila Moreira
    Ficha técnica da exposição:
    Realização: Galeria da Faculdade de Artes Visuais
    Coordenação: Glayson Arcanjo de Sampaio
    Assistente técnico: Anderson Ferreira
    Monitoras: Anelise Duarte de Oliveira, Heloísa Fermino Lemos, Paula Thamine
    Belchior dos Santos, Stella Vitória Vieira de Urzedo.
    Estagiários: Arthur Monteiro, Isabella Brito, Luiz Gustavo Cândido de Andrade.
    Redes sociais: Stella Vitória e Heloísa Lemos.
    Designer: Isabella Brito
    *A exposição foi contemplada no Edital público de Exposições da Galeria da FAV para 2020.

A UFG

A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com 104 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e mais de 28 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 78 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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