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  • Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    10 Mar a 24 Apr

    Tramas da Terra - Exposição individual de Andrelisa Jesus

    Entre 10/3 e 24/4, a Galeria de Vidro recebe a exposição “Tramas da Terra”, uma síntese dos percursos artísticos de Andrelisa Jesus, cuja produção tem a terra como matéria-prima essencial. Em suas obras, os pigmentos de solo protagonizam técnicas mistas com serigrafia, gravura, desenho, pintura e bordado sobre distintas superfícies, mas tendo no algodão cru sua base recorrente e no bastidor sua principal moldura.

    Em “Tramas da Terra”, as linhas do bordado que urdem o tecido estabelecem paralelo com as raízes que tecem o solo e tudo que dele surge e a ele retorna: folhas, galhos, pedras e minerais. Surge, assim, uma coleção com mais de 60 obras em diferentes formatos, que se interconectam e formam uma unidade múltipla, tal qual a trama das raízes.

     

  • Exposição “Ancestralidades”

    Exposição “Ancestralidades”

    26 Mar a 28 Apr

    Exposição “Ancestralidades”

    Produto de histórias e vivências dos artistas-estudantes do Coletivo de Artes Visuais da Escola do Futuro Basileu França, a exposição “Ancestralidades” traz narrativas visuais que traduzem as raízes culturais que deram origem à identidade de cada autor e autora. A mostra artística foi aberta no dia 26/3, na Galeria Basileu França, que fica dentro do Teatro Escola. Os espectadores vão poder conferir os trabalhos dos estudantes até o dia 28 de abril de forma gratuita.

    “Ancestralidades” nasce a partir da proposta lançada aos estudantes em um exercício de revisitação da própria história de vida e de resgaste da memória identitária. O resultado do projeto, desenvolvido ao longo de 2025, são obras que funcionam como conexão entre os autores e os sentidos de suas existências, mas também entre eles e o público visitante, como é descrito pela coordenadora de área e curadora da mostra, Gisele Jacinto.

    “Esta exposição é fruto de um trabalho de dedicação de todo um ano, em que desafiamos os estudantes do Coletivo de Artes Visuais a se voltarem às suas raízes para que conseguissem se reconectar com suas histórias e identidades. Cada obra, portanto, traz à tona as formas, expressões e reflexões de nossos artistas acerca de suas trajetórias, de forma sensorial, intuitiva e natural”, detalha ela.

    A mostra extrapola a função de apreciação artística, e se constitui como uma verdadeira viagem cultural, fazendo com que o espectador também possa olhar para o interior, de forma a decifrar a si próprio e sua ancestralidade, como complementa a curadora: “Não há lugar mais profícuo para nos conhecermos e nos compreendermos como é a arte. A partir da expressão artística e das obras que compõem esta mostra, os espectadores estão sendo convidados a ler a própria origem”, complementa Gisele Jacinto. “Ancestralidades” conta com quadros, pinturas, desenhos e instalações produzidas por 10 estudantes do Coletivo em Artes Visuais da EFG Basileu França.

  • Aves por onde andei -  Exposição de fotografias e pinturas em madeira de demolição

    Aves por onde andei - Exposição de fotografias e pinturas em madeira de demolição

    06 Apr a 26 Mag

    Aves por onde andei -  Exposição de fotografias e pinturas em madeira de demolição

    A exposição de fotografias e pinturas em madeira de demolição "Aves por onde andei", que está aberta à visitação até 26/5, faz parte do projeto de extensão “O Cerrado e suas faces: Conscientização da comunidade sobre a importância da preservação ambiental por meio da arte”, cujo objetivo é alertar a população sobre a necessidade de conservação desse bioma, incluindo suas aves. As imagens foram registradas pelos professores Jayrson Araújo de Oliveira (ICB/UFG), Nori Paulo Griebeler (EA/UFG) e Tatiana de Sousa Fiuza (ICB/UFG).

    As pinturas em madeira de demolição foram feitas pela artista Ilda Santa Fé. A identificação das aves foi realizada pelo professor Jayrson Araújo de Oliveira. As poesias inspiradas nas imagens foram escritas pelo professor Luiz Carlos da Cunha (FF/UFG). Participaram como colaboradores os professores José Realino de Paula, Virgínia Farias Alves, Harany Duarte Pereira Santos, João Pedro de Sousa Oliveira, Luiza Toubas Chaul, Rayka Muriele de Sousa Barreto e Stone de Sá. A coordenação do projeto é do professor Pierre Alexandre dos Santos.

  • 2ª edição do Projeto "Um Piano para Jaraguá " - Concerto Piano Trio

    2ª edição do Projeto "Um Piano para Jaraguá " - Concerto Piano Trio

    17 Apr

    2ª edição do Projeto "Um Piano para Jaraguá " - Concerto Piano Trio

    No dia 17/4, às 18h30, a histórica Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Jaraguá, recebe uma apresentação especial do Piano Trio, formado por professores da Escola de música da UFG, Luciano Pontes (violino), Emerson Nazario (violoncelo) e Ana Flávia Frazão (piano). O concerto integra o projeto Um Piano para Jaraguá, idealizado por Antonio Interlandi, com direção artística de Ana Flávia Frazão e coordenação geral de Gyovana Carneiro.

    O programa reúne obras de grande apelo artístico e diversidade estilística. A abertura será com o Piano Trio em Sol Maior, de Joseph Haydn (1732–1811), em três movimentos: Andante, Poco Adagio e Finale – Rondo no estilo cigano. Em seguida, o público ouvirá o Pot-pourri de Chiquinha Gonzaga (1847–1935), com trechos de obras emblemáticas como Abre Alas, Gaúcho, Lua Branca e Atraente. Encerrando a apresentação, o trio interpreta Estações Portenhas, de Astor Piazzolla (1921–1992), em arranjo de José Bragato, com os movimentos Outono Portenho, Inverno Portenho, Primavera Portenha e Verão Portenho.

    O grupo reúne três nomes de reconhecida atuação artística e acadêmica. Luciano Pontes, violinista e violista goiano, é bacharel e mestre em Música pela Emac-UFG e doutor em Performances Culturais pela UFG. Com ampla trajetória como professor e instrumentista, atuou como spalla, chefe de naipe e convidado em importantes orquestras brasileiras, como a Osesp, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília e a Orquestra Filarmônica de Goiás, além de ter conquistado premiações nacionais e internacionais.

    Emerson Nazario, natural de São Paulo, é primeiro violoncelo da Orquestra Filarmônica de Goiás. Mestre em violoncelo pela Universidade de Tel Aviv, estudou com Hillel Zori e se apresentou sob a regência de nomes como Zubin Mehta, Kurt Masur, Herbert Blomstedt, Yoav Talmi e Isaac Karabtchevsky. Sua carreira inclui atuações em importantes salas de concerto da Europa e de Israel, além de destacada atividade como camerista e professor em festivais de música.

    Ao piano, Ana Flávia Frazão, natural de Goiânia, é uma das mais respeitadas pianistas de sua geração. Formada pela UFG, realizou mestrado e doutorado com distinção na Escola Superior de Música de Karlsruhe, na Alemanha. Com sólida carreira internacional, apresentou-se como solista e camerista em países como Alemanha, Itália, Croácia, Japão e Estados Unidos. Professora titular da Escola de Música da UFG, tem atuação marcante também na direção artística de projetos culturais de grande relevância em Goiânia.

     

  • Lançamento do livro "Neurociência Básica: Da percepção às emoções"

    Lançamento do livro "Neurociência Básica: Da percepção às emoções"

    18 Apr

    livro "Neurociência Básica: Da percepção às emoções"

    A obra Neurociência Básica: Da percepção às emoções, lançada em 2026 pela editora Dialética, apresenta uma análise da evolução e adaptação do sistema neural ao longo da linhagem dos hominídeos, destacando mudanças morfológicas que levaram à ampliação da substância cinzenta no cérebro dos primatas — fator associado ao desenvolvimento de capacidades cognitivas mais complexas. O lançamento do livro está marcado para o dia 18 de abril, às 18h, no auditório da Adufg Sindicato.

    Assinado por pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (ICB/UFG), Unifan e Hospital Asmigo, o livro detalha como esse processo evolutivo contribuiu para o desenvolvimento dos lobos frontais e parietais, regiões cerebrais ligadas a funções como linguagem, aprendizado, memória, abstração e motricidade. A partir dessa base, os autores discutem os mecanismos de formação da memória e oferecem interpretações sobre como o cérebro aprende — aspectos relevantes para o campo educacional.

    A publicação também aborda desafios relacionados à aprendizagem, especialmente no contexto de pessoas com deficiências, enfatizando o papel do professor na mediação do conhecimento e na adaptação das estratégias de ensino.

    Outro eixo central da obra é a relação entre estrutura neural, consciência e comportamento. Os autores exploram como a percepção resulta da integração entre sentidos, memória e cognição, e discutem o papel das emoções e da razão na orientação das ações humanas e nos ajustes fisiológicos do organismo.

    O livro é assinado por Paulo Cesar Moreira (ICB/UFG), José Oscar Rodrigues de Morais (ICB/UFG, in memoriam), Stephânia de Oliveira Laudares Moreira (Unifan), Augusto Cesar Malta Laudares Moreira (Hospital Asmigo) e Simone Maria Teixeira de Saboia Morais (ICB/UFG).

     

    Fonte: Jornal UFG

  • Exposição “Mapas em brasa”

    Exposição “Mapas em brasa”

    21 Apr a 22 Mag

    Exposição “Mapas em brasa”

    Na próxima terça-feira (21/4), das 18h às 21h, a Faculdade de Artes Visuais (FAV) inaugura a exposição “Mapas em brasa”, com a curadoria de Lucas Dilacerda. A mostra apresenta cerca de 40 artistas que discutem temas como território e ficção, entre eles Dalton Paula, Lucélia Maciel (do Sertão Negro), além de cinco artistas indicados este ano ao Prêmio PIPA: André Felipe Cardoso, Carlos Monaretta, Hal Wildson, Sophia Pinheiro e William Maia. A visitação seguirá aberta até 22/5.

    A exposição parte da ideia de que todo território é uma ficção, isto é, uma invenção histórica, política e colonial. Antes de qualquer linha no mapa, tudo era Terra indígena. Nesse sentido, a mostra discute as ficções do território mas também os territórios da ficção instaurados pela arte. As obras reunidas ampliam a noção de “território”, mostrando que ele não é apenas geográfico, mas também existencial, subjetivo, racial, de gênero, de modos de vida.

  • 14ª edição do projeto Curta o Campus - 1 ano de Rádio UFG FM

    14ª edição do projeto Curta o Campus - 1 ano de Rádio UFG FM

    24 Apr

    14ª edição do projeto Curta o Campus - 1 ano de Rádio UFG FM

    No próximo dia 24/4, o estacionamento da Rádio UFG será transformado em um ponto de encontro entre a universidade e a comunidade. A 14ª edição do projeto Curta o Campus marca o primeiro aniversário da migração da emissora para a frequência FM e reúne, em uma manhã de atividades abertas ao público, serviços de saúde, lazer e cultura.

    O evento acontece das 8h30 às 12h e contará com a presença da reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e a Rádio UFG, com o objetivo de fortalecer a relação entre as unidades acadêmicas e a sociedade civil.

    Durante a programação, o público poderá participar de diversas atividades voltadas ao bem-estar e à troca de conhecimentos. Na área da saúde e prevenção, serão oferecidos atendimentos de fonoaudiologia pelo Siass/UFG, práticas integrativas conduzidas pela Faculdade de Enfermagem, além de orientações realizadas por ligas acadêmicas de Neurociência, Dermatologia e Fisioterapia em Saúde da Mulher, bem como pelo projeto Epilepsia em Foco. A programação também inclui ações voltadas à sustentabilidade, com a presença da tradicional Feira Agroecológica, e apresentações musicais ao vivo ao longo de toda a manhã.

    O projeto Curta o Campus tem como proposta abrir os portões da UFG para que famílias, estudantes e organizações possam conhecer de perto as ações de cultura e extensão desenvolvidas pela universidade. Mais do que um momento de lazer, a iniciativa busca humanizar o espaço acadêmico e reforçar o papel social da instituição.

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  • Capa notícia sites UFG_WIDaT_2026-logo nova

    IX Workshop de Informação, Dados e Tecnologia (Widat)

    16 Giu a 18 Giu

    Capa notícia sites UFG_WIDaT_2026-logo nova

    Entre os dias 16 e 18 de junho de 2026, a cidade de Goiânia (GO) sediará o IX Workshop de Informação, Dados e Tecnologia (Widat). O encontro terá como tema “Inteligência Artificial e Humana: transformações tecnológicas, organizacionais e sociais” e reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes interessados nas transformações provocadas pelo avanço das tecnologias baseadas em dados. O evento é realizado por meio de uma parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), o IX Workshop de Informação, Dados e Tecnologia (Widat), que será realizado na cidade de Goiânia entre os dias 16 e 18 de junho deste ano.

    O Widat é um evento voltado à integração das comunidades que trabalham com informação e dados no Brasil, reunindo representantes da academia, da iniciativa privada, do setor público e da sociedade civil. O workshop busca promover um espaço de diálogo interdisciplinar entre áreas como Ciência da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, Computação, Sistemas de Informação, Engenharias, Matemática Aplicada, Administração e campos afins, além de grupos detentores de conhecimentos tradicionais, com o objetivo de compartilhar pesquisas, projetos e iniciativas inovadoras.

    Em sua nona edição, o evento propõe ampliar o debate sobre o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) em articulação com os aspectos humanos que a sustentam, complementam ou tensionam. A proposta é estimular reflexões críticas sobre os impactos da interação entre IA e sociedade, considerando suas implicações para organizações públicas e privadas, bem como para a vida social.

    O Widat 2026 será organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). A escolha de Goiânia como sede dialoga com o destaque que o estado de Goiás vem conquistando no campo da inteligência artificial, com iniciativas como a criação do primeiro curso de graduação em IA do Brasil, a instalação do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), uma das principais unidades da Embrapii no país, e a aprovação de legislação estadual voltada ao incentivo ao desenvolvimento de tecnologias baseadas em IA.

    A programação científica do evento contará com submissão de trabalhos completos, que serão avaliados e, quando aprovados, apresentados oralmente nas sessões científicas do workshop. Os trabalhos podem abordar pesquisas concluídas ou em andamento, desde que apresentem resultados e conclusões, ainda que parciais.

    Confira mais informações sobre o evento: https://widat2026.plateia.ufg.br/.

  • XIII Fórum Nacional NEPEG de Formação de Professores de Geografia

    XIII Fórum Nacional NEPEG de Formação de Professores de Geografia

    23 Ago a 25 Ago

    XIII Fórum Nacional NEPEG de Formação de Professores de Geografia

    Entre os dias 23 e 25 de agosto de 2026, a cidade de Caldas Novas (GO) sediará o XIII Fórum Nacional NEPEG de Formação de Professores de Geografia. Com o tema “Ensinar para resistir e transformar realidades em tempos de crises”, o evento reunirá professoras(es) da Educação Básica e do Ensino Superior, estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadoras(es) e demais interessadas(os) na área da Educação Geográfica.

    A programação ocorrerá no Hotel DiRoma Fiori e na Universidade Estadual de Goiás (UEG), Unidade Universitária de Caldas Novas. Promovido pelo Núcleo de Ensino e Pesquisas em Educação Geográfica (NEPEG), vinculado ao Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação Geográfica (LEPEG) do Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), o Fórum tem como principal finalidade fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão, aproximando universidade e escola básica.

    O evento propõe-se a discutir os desafios e as potencialidades do ensino de Geografia como prática de resistência e transformação frente às crises ambientais, sociais, culturais e educacionais contemporâneas. Também busca consolidar um espaço qualificado de diálogo, divulgação científica e socialização de práticas pedagógicas, com publicação de anais e livro resultante do encontro.

    A conferência de abertura, no dia 23 de agosto, será ministrada pela Profa. Dra. Maria Encarnação Beltrão Sposito (UNESP), com mediação da Profa. Dra. Karla Annyelly Teixeira de Oliveira (UFG). No dia 24, a programação inclui palestras de abertura dos cinco Grupos de Trabalho - Linguagens para o ensino de Geografia; Formação de professores de Geografia; Temas e conteúdos no ensino de Geografia; Currículo, políticas e programas; e Fundamentos teóricos - além de duas mesas-redondas que abordarão perspectivas formativas e práticas transformadoras no ensino da área, com participação de pesquisadoras(es) nacionais e internacionais.

    No dia 25 de agosto, serão realizadas as sessões de apresentação e discussão dos trabalhos aprovados, seguidas da mesa de encerramento com diálogo entre pesquisadoras convidadas.

    De acordo com a coordenadora do evento, professora Karla Annyelly Teixeira de Oliveira, a temática do Fórum reflete a urgência de compreender o papel da Educação Geográfica no cenário contemporâneo: “Ensinar para resistir e transformar realidades em tempos de crise” é o tema central do XIII Fórum Nacional NEPEG. A relevância dessa discussão está nas múltiplas questões que desafiam a educação geográfica hoje, como as crises ambientais, os conflitos territoriais, as transformações tecnológicas e as disputas em torno da produção energética e da sustentabilidade. Nesse contexto, é fundamental refletir sobre como a Geografia e seu ensino contribuem para compreender essas dinâmicas e para formar sujeitos capazes de intervir na realidade de forma crítica e transformadora.

    Mais informações podem ser acessadas pelo site: https://www.nepeg.com.br/xiiif%C3%B3rumnepeg

     

  • II Conferência Internacional Desafios Decoloniais em Cultura Física

    II Conferência Internacional Desafios Decoloniais em Cultura Física

    02 Set a 04 Set

    II Conferência Internacional Desafios Decoloniais em Cultura Física

    A II Conferência Internacional Desafios Decoloniais em Cultura Física ocorrerá entre os dias 2 e 4 de setembro de 2026, em língua portuguesa, inglesa e espanhola, na Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, Goiás. Como continuidade à I Conferência, realizada em 2024, o evento tem como propósito consolidar-se como espaço de debate em torno dos estudos culturais decoloniais no campo da Educação Física e das Ciências do Esporte, por meio de sessões de comunicações orais e pôster, palestras e mesas redondas com pesquisadores/as internacionais da área do evento.

    A submissão de trabalhos completos ou resumos simples pode ser feita até 31/3 no link https://www.cbce.org.br/evento/ii-conferencia-internacional/submissoes.

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A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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