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  • 1_Festival_Palhacada

    Festival Palhaçada 2026

    28 Jan - 01 Feb

    Entrada franca - ingressos no Sympla

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    Festival Palhaçada 2026 marca retorno histórico ao calendário cultural de Goiânia com grandes nomes da palhaçaria brasileira 

    Evento ocupa o CCUFG com programação gratuita, reúne artistas de várias regiões do país e tem como destaque o espetáculo de encerramento de Luiz Carlos Vasconcelos

    Após um hiato de oito anos, o Festival Palhaçada 2026 retorna ao calendário cultural de Goiânia reafirmando seu compromisso com a valorização da palhaçaria e da arte circense. Realizado pela Muralha Criativa, com produção da Zabeiê Economia Criativa e da Lúdica Produções, o festival conta com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com o apoio institucional da Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A programação acontece de 28 de janeiro a 1º de fevereiro, no Centro Cultural UFG (CCUFG), com ingressos gratuitos, disponíveis pelo Sympla, e solicitação de doação de um item de higiene pessoal no dia das apresentações. 

    O grande destaque desta edição é o espetáculo de encerramento “Silêncio total, Vem Chegando um Palhaço”, protagonizado por Luiz Carlos Vasconcelos, um dos mais reconhecidos nomes da palhaçaria brasileira. Criador do icônico palhaço Xuxu, o artista paraibano construiu uma trajetória marcada pela fusão entre teatro, circo e poesia cênica, sendo referência nacional na linguagem do palhaço contemporâneo. Sua presença no festival reforça o caráter histórico e simbólico do retorno do Palhaçada à cena cultural goianiense. 

    Segundo o organizador Murilo Garcez, o festival nasce e retorna com um propósito muito claro. “O Festival Palhaçada tem como objetivo divulgar, fortalecer e valorizar a arte da palhaçaria e do circo, com atenção especial à cena produzida em Goiânia. Desde sua criação, ele atua na formação de público, aproximando famílias, crianças e adultos dessa linguagem artística acessível, sensível e potente”, afirma. 

    A programação reúne espetáculos de diferentes regiões do país, refletindo a diversidade estética e poética da palhaçaria brasileira. A abertura, no dia 28 de janeiro, fica por conta do espetáculo “Inventando

    Moda”, da Cia Boca do Lixo, grupo sediado em Anápolis e conhecido por seu trabalho que dialoga com o humor físico, a comicidade popular e o teatro de rua, criando cenas que mesclam improviso, crítica social e interação direta com o público. 

    No dia 29, o público confere “Mocotó Ohhh!”, da Cia Corpo na Contramão, companhia goiana reconhecida nacionalmente por suas criações que unem palhaçaria, dança e acessibilidade, com forte compromisso com a inclusão e a diversidade sensorial. 

    Já no dia 30 de janeiro, o festival recebe o artista Francisco Gomide, do Ceará, com o espetáculo “Alecrim no Olho da Rua”. Gomide desenvolve um trabalho autoral ancorado na tradição do palhaço de rua, explorando o riso como ferramenta de encontro, escuta e reflexão, sempre em diálogo direto com o espaço público e o cotidiano das pessoas. 

    O sábado, 31 de janeiro, contará com duas apresentações. Às 17h, o espetáculo “Eu Preciso de Você”, da Família Santiago Santos, grupo goiano que constrói sua linguagem a partir da palhaçaria familiar, da relação entre gerações e do afeto como motor da cena. À noite, às 20h, o público confere “Ruma de Riso”, espetáculo coletivo concebido especialmente para esta edição do festival, reunindo artistas da palhaçaria goiana — tanto nascidos no estado quanto criadores que escolheram Goiânia como território de atuação artística. 

    Sobre essa criação inédita, Murilo Garcez destaca o caráter simbólico e político da proposta. “‘Ruma de Riso’ é um gesto de valorização da palhaçaria e do circo produzidos em Goiás. É uma montagem que celebra a diversidade, a força e a vitalidade da cena local, afirmando a cidade como um território fértil para a criação circense”, ressalta.

    O encerramento acontece no dia 1º de fevereiro, às 18h, com Luiz Carlos Vasconcelos no espetáculo “Silêncio Total, Vem Chegando Um Palhaço”, reafirmando a tradição do Festival Palhaçada em promover o encontro entre artistas consagrados e novas gerações. “A edição de 2026 marca o retorno do festival como um ato de resistência e continuidade. Mesmo diante de dificuldades orçamentárias, reafirmamos nosso compromisso com a cultura, com a formação de público e com a valorização dos artistas da cidade”, conclui Murilo. 

    Todos os espetáculos são livres para todos os públicos e acontecem no CCUFG, que tem capacidade limitada. A organização reforça a importância de que o público retire ingresso apenas se tiver certeza da presença, garantindo o acesso democrático e o fortalecimento da cena cultural local. 

    Ficha técnica Festival Palhaçada 2026: 

    Direção Geral: Murilo Garcez 

    Produção Executiva: Lidiane Carolina Diniz Naves e Marci Dornelas 

    Produção técnica: Everson Alcântara 

    Cobertura fotográfica: Layza Vasconcelos 

    Cobertura audiovisual: Sérgio Valério e Andréia Miklos (Fora da Lei Rádio TV e Cinema) Realização: Muralha Criativa 

    Produção: Zabeiê Economia Criativa e Lúdica Produções

    (Fonte: Agência Lumieira)

     

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  •  Arquétipos, de Tolentino

    Exposição "Arquétipos", de Tolentino

    01 Dec - 30 Jan

     Arquétipos, de Tolentino

    Tolentino apresenta exposição que retrata modelos de arquétipos 

    O artista inaugura mostra com trabalhos inéditos no Centro Cultural da UFG

    Após oito anos sem realizar uma exposição individual, o artista plástico Tolentino abre na próxima segunda-feira (1/12), às 19 horas, na Galeria de Vidro do Centro Cultural da UFG (CCUFG), a mostra individual “Arquétipos”. Para esse trabalho, o artista criou 15 pinturas inéditas em acrílico sobre tela, que refletem alguns padrões de comportamento associados a personagens que possuem um grande poder de influenciar outras pessoas. Os arquétipos são modelos ou personagens que representam qualidades ou ações humanas, que encontram ecos na psicologia junguiana, bem como na filosofia antiga, na mitologia grega e em histórias, contos de fadas e lendas de diferentes culturas ao redor do mundo.  

    Segundo Tolentino, a ideia de representar os arquétipos surgiu há alguns anos, quando trabalhava com cenários. Ao reparar uma cabeça em isopor, usada como porta peruca, lembrou-se da pintura renascentista do pintor italiano Piero della Francesca; fez um desenho, depois outro e mais outro e por fim, percebeu que havia algo de interessante naqueles trabalhos: todos evocavam uma aura retratista do Renascimento, mas também falavam de modelos arquetípicos.  No final do ano passado, o artista reviu os desenhos e decidiu pintá-los.  Para ele, diante de um contexto de exaltação da personalidade e a necessidade de afirmação pessoal, potencializada pelas redes sociais, surge a busca de um modelo para reforçar essa “identidade”, modelo que acaba trazendo à luz os arquétipos. “Discorrer o assunto arquétipos pelo olhar artístico visual é um campo fecundo de possibilidades que permitem uma conexão direta e de fácil comunicação multicultural e tão contemporânea”, afirma.

    Cada uma das 15 telas apresenta 15 arquétipos diferentes, todas com paspatur pintado e moldura, dando um visual mais refinado às obras e, ao mesmo tempo, sugerindo um acabamento de retrato familiar. 

    A exposição tem curadoria de Alexandre Liah e é patrocinada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia. A mostra segue em cartaz até o dia 30 de janeiro.

    Sobre o artista

    Tolentino é artista plástico há mais de 40 anos. Sua produção aborda temas relacionados à figura humana a partir de um questionamento atemporal e lúdico pelo viés de uma pintura figurativa de finas camadas de cores vibrantes e desenho estilizado com linhas que ganham espaço e autonomia. Sua carreira se desenvolve em pesquisa no fruir estético contemporâneo que em alguns momentos permeia entre o real e o surreal.

     O artista já participou de diversas exposições em Goiânia e na Europa, onde manteve residência artística por dois anos.  Atualmente, ele vive na capital goiana, onde trabalha como artista plástico, cenógrafo, ilustrador e professor. 

    Roda de Conversa

    Paralelamente à exposição, acontece na quinta-feira, (4/12), às 19h, na Sala Multiuso do CCUFG, a roda de conversa “Arquétipos e Arte: discutindo e entendendo as imagens artísticas dos arquétipos” com a presença do artista e do curador da exposição, além da participação da escritora, professora da UFG e pesquisadora na área de cultura, arte, imagem e imaginário, Valéria Cristina; do escritor, professor de Filosofia e Filósofo Clínico pelo Instituto Packeter, Will Goya; e do pós-graduando em Psicologia Junguiana, músico e pesquisador de linguagens simbólicas, Aderson Maia. A atividade é aberta ao público.

     

     

     

     

  • Mostra O volume da chuva

    Exposição: O volume da chuva é que decifra o dilúvio: diálogos contemporâneos no acervo CCUFG

    15 Dec - 14 Feb

    Entrada gratuita

    Classificação indicativa livre

    Mostra O volume da chuva

     

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    O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio 
    Artistas convidados criam obras inéditas em diálogo com o acervo do CCUFG, que celebra 15 anos de história


    O Centro Cultural UFG (CCUFG) celebra seus 15 anos com a exposição O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio: diálogos contemporâneos no CCUFG, com curadoria de Paulo Duarte-Feitoza. O título da mostra parte de um verso do poema Vaga litúrgica, do goiano Pio Vargas, para pensar a construção da memória institucional como processo de acúmulo, cuidado e transformação, tal como a chuva cujos pequenos volumes anunciam o dilúvio.

    A exposição reúne 30 artistas e propõe ativar o acervo do CCUFG – um dos mais importantes patrimônios de arte contemporânea de Goiás – por meio de diálogos entre obras do acervo e produções inéditas. Seis artistas que ainda não integram a coleção foram especialmente convidados a escolher uma obra do acervo e, a partir dessa relação, criar um novo trabalho. As obras resultantes serão doadas ao Centro Cultural UFG, ampliando e diversificando o acervo público da Universidade.

    Os artistas convidados são Adriana Mendonça, Benedito Ferreira, Emilliano Freitas, Fernanda Adamski, Genor Sales e Odinaldo Costa. Cada um dialoga respectivamente com Ana Maria Pacheco, Humberto Espíndola, Beatriz Milhazes, Octo Marques, Dalton Paula e Rava, instaurando encontros entre distintas temporalidades, linguagens e trajetórias artísticas.

    Ao lado desses diálogos comissionados, integram a exposição obras de Anahy Jorge, Angelo Venosa, Carlos Sena, Chantal DuPont, Cildo Meireles, Eduardo Berliner, Enauro de Castro, Evandro Soares, Glayson Arcanjo, Helô Sanvoy, Juliano Moraes, Leda Catunda, Luiz Mauro, Marcelo Solá, Paulo Veiga Jordão, Selma Parreira, Tomie Ohtake e Yara Pina. O conjunto reafirma a força e a diversidade das produções reunidas ao longo dos quinze anos do CCUFG como espaço público de cultura, pesquisa e formação artística.

    Ao promover encontros entre diferentes gerações e modos de criação, O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio reposiciona o acervo como organismo vivo, poroso e em constante transformação. Para o curador, professor e coordenador de Artes Visuais do CCUFG, Paulo Duarte-Feitoza, “este é um momento de reencontro entre a cidade e o acervo do CCUFG. O colocamos novamente no centro da programação, reafirmando sua importância não só como repositório, mas como um ponto de encontro vivo, que conecta o passado com seu presente. Ao provocar esse encontro entre diferentes gerações, procuramos ampliar a leitura do acervo e afirmar seu lugar como patrimônio público em constante transformação e atualização. Cada gesto, cada nova obra, contribui para que a história do acervo continue a crescer.”

    A exposição destaca a importância do patrimônio artístico da UFG e reforça a necessidade de preservá-lo, estudá-lo e ativá-lo como parte fundamental da vida cultural do Estado de Goiás. A mostra marca não apenas uma celebração, mas o gesto de responsabilidade institucional: olhar para o acervo como campo de relações, lugar de memória e espaço de criação contínua. Como a chuva que se acumula e se transforma, a história de um acervo público se faz pelo cuidado e pelo diálogo constante com o presente.

    Serviço

    Exposição: O volume da chuva é que decifra o dilúvio: diálogos contemporâneos no acervo CCUFG

    Curadoria: Paulo Duarte-Feitoza

    Período de visitação: 15/12/2025 a 14/2/2026

    Horário de visitação: Segunda a sexta, das 10h às 17h30

    Local: Centro Cultural da UFG (CCUFG)

    Endereço: Av. Universitária, 1533 – Setor Universitário, Goiânia (GO)

    Entrada gratuita

    Classificação indicativa livre

    (Fonte: CCUFG)

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A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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