Dia do Professor -Decreto 52.682, 14/10/1963
Em 13/10/05 08:24.
Ora__o do Professor
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta gra_a que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e n_o apenas brilhe
Que o meu saber n_o domine ningu_m, mas leve _ verdade.
Que meus conhecimentos n_o produzam orgulho,
Mas cres_am e se abaste_am da humildade.
Que minhas palavras n_o firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a prega__o da esperan_a.
Que eu aprenda que quem n_o me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presun__o de ser melhor.
Dai-me, Senhor, tamb_m a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperan_a,
E n_o ser um perpetuador das desilus_es.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Fonte: Extra_do do Site Arte-Educa__o - 14/10/2005 - Texto de: Antonio Pedro Schlindwein
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta gra_a que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e n_o apenas brilhe
Que o meu saber n_o domine ningu_m, mas leve _ verdade.
Que meus conhecimentos n_o produzam orgulho,
Mas cres_am e se abaste_am da humildade.
Que minhas palavras n_o firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a prega__o da esperan_a.
Que eu aprenda que quem n_o me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presun__o de ser melhor.
Dai-me, Senhor, tamb_m a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperan_a,
E n_o ser um perpetuador das desilus_es.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Fonte: Extra_do do Site Arte-Educa__o - 14/10/2005 - Texto de: Antonio Pedro Schlindwein
Como surgiu o Dia do Professor (Decreto 52.682, 14/10/1963)
Tudo come_ou com um decreto imperial, de 15 de outubro de 1827, que trata da primeira Lei Geral relativa ao Ensino Elementar. Este decreto, outorgado por Dom Pedro I, veio a se tornar um marco na educa__o imperial, de tal modo que passou a ser a principal refer_ncia para os docentes do prim_rio e gin_sio nas prov_ncias. A Lei tratou dos mais diversos assuntos como descentraliza__o do ensino, remunera__o dos professores e mestras, ensino m_tuo, curr_culo m_nimo, admiss_o de professores e escolas das meninas.
A primeira contribui__o da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1_, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro opera__es de c_lculo e as no__es mais gerais de geometria pr_tica. _s meninas, sem qualquer embasamento pedag_gico, estavam exclu_das as no__es de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia dom_stica.
Se compararmos a lei geral do per_odo imperial com a nossa atual lei geral da educa__o republicana, a Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educa__o), persegue ainda ideais imperiais, ao estabelecer, entre os fins do ensino fundamental, a tarefa de desenvolver a _capacidade de aprender, tendo como meios b_sicos o pleno dom_nio da leitura, da escrita e do c_lculo_. Portanto, mais de um sesquicenten_rio da lei, perseguimos os meus objetivos da educa__o imperial.
A Lei de 15 de novembro tamb_m inovou no processo de descentraliza__o do ensino ao mandar criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Imp_rio. Hoje, al_m da descentraliza__o do ensino, para maior cobertura de matr_cula do ensino fundamental, obrigat_rio e gratuito, o poder p_blico assegura, por imperativo constitucional, sua oferta gratuita, inclusive, para todos os que a ele n_o tiveram acesso na idade pr_pria (Inciso I, artigo 208, Constitui__o Federal).
Estat_stica do Professor Brasileiro
Menos de 10% dos professores da _rea rural, que atuam nas s_ries iniciais do ensino fundamental, t_m forma__o superior, contra 38% na zona urbana. Os piores _ndices est_o nas regi_es Norte e Nordeste. Entre os principais problemas da educa__o nacional, a publica__o "Estat_stica do Professor Brasileiro", pelo ministro da Educa__o, Cristovam Buarque, apresenta o ensino na zona rural onde a forma__o docente _ prec_ria.
Outra situa__o que requer defini__o de pol_ticas p_blicas _ a remunera__o. Os dados do IBGE, citados pelo estudo, dizem que, considerando profiss_es com n_vel de forma__o equivalente, o magist_rio _ aquela que oferece os piores sal_rios. Um professor que atua no n_vel m_dio ganha, em m_dia, quase a metade da remunera__o de um policial civil e um quarto do que ganha um delegado de pol_cia.
Faltam bibliotecas, laborat_rios de ci_ncia e de inform_tica em grande parte das escolas da rede p_blica da educa__o b_sica. Metade dos professores leciona em escolas sem bibliotecas, quatro em cada cinco atuam em escolas sem laborat_rio de ci_ncias, e tr_s em cada quatro professores est_o em escolas que n_o possuem laborat_rio de inform_tica. A aus_ncia de recursos did_ticos _ diferente entre as regi_es, mas _ muito pior no Nordeste, diz o documento.
Ao constatar os avan_os, as desigualdades e o atraso, a publica__o tem o objetivo de oferecer informa__es que permitam aos governos da Uni_o, dos estados e dos munic_pios definir pol_ticas p_blicas que caminhem pela supera__o dos problemas e os prazos em que devem acontecer. Os dados reunidos no estudo foram produzidos pelo Inep - Censo Escolar, Censo da Educa__o Superior e Sistema de Avalia__o da Educa__o B_sica - e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat_stica, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domic_lios.
( Texto de: Vicente Martins - Professor Universidade Estadual Vale do Acara_ (UVA), de Sobral - Extra_do do Site: Arte-Educa__o - 14/10/2005)
Outra situa__o que requer defini__o de pol_ticas p_blicas _ a remunera__o. Os dados do IBGE, citados pelo estudo, dizem que, considerando profiss_es com n_vel de forma__o equivalente, o magist_rio _ aquela que oferece os piores sal_rios. Um professor que atua no n_vel m_dio ganha, em m_dia, quase a metade da remunera__o de um policial civil e um quarto do que ganha um delegado de pol_cia.
Faltam bibliotecas, laborat_rios de ci_ncia e de inform_tica em grande parte das escolas da rede p_blica da educa__o b_sica. Metade dos professores leciona em escolas sem bibliotecas, quatro em cada cinco atuam em escolas sem laborat_rio de ci_ncias, e tr_s em cada quatro professores est_o em escolas que n_o possuem laborat_rio de inform_tica. A aus_ncia de recursos did_ticos _ diferente entre as regi_es, mas _ muito pior no Nordeste, diz o documento.
Ao constatar os avan_os, as desigualdades e o atraso, a publica__o tem o objetivo de oferecer informa__es que permitam aos governos da Uni_o, dos estados e dos munic_pios definir pol_ticas p_blicas que caminhem pela supera__o dos problemas e os prazos em que devem acontecer. Os dados reunidos no estudo foram produzidos pelo Inep - Censo Escolar, Censo da Educa__o Superior e Sistema de Avalia__o da Educa__o B_sica - e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat_stica, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domic_lios.
( Texto de: Vicente Martins - Professor Universidade Estadual Vale do Acara_ (UVA), de Sobral - Extra_do do Site: Arte-Educa__o - 14/10/2005)
Fonte: Arte-Educa__o
