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Evento_SIN_20ABRIL2023

Calouros do UFGInclui são recebidos com música, poesia, dança e percussão

Em 24/04/23 13:52.

Ambientes acadêmicos e integrativos da Universidade foram apresentados aos ingressantes 

Texto: Janyelle da Mata

Fotos: Júlia Barros

Para receber e integrar os ingressantes do UFGInclui, a Secretaria de Inclusão da Universidade Federal de Goiás (SIN-UFG) promoveu o “Ações afirmativas: Inclusão e acolhimento”. Os principais pontos abordados no evento foram a união dos estudantes, a cultura e inovação como peças chaves da educação e o amparo dos estudantes que precisam, pelas ferramentas de permanência que a UFG disponibiliza. A solenidade aconteceu na quinta-feira (20/4), no auditório da Biblioteca Central Professor Alpheu da Veiga Jardim. 

O evento foi iniciado com o grupo musical Musiversidade, composto por alunos, pesquisadores e professores do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (Iptsp-UFG), que apresentaram canções de artista nacionais clássicos como Lulu Santos, Tim Maia, Ana Carolina, Paralamas do Sucesso e Roupa Nova. O coordenador do projeto e professor do Iptsp, Jonathas Xavier, deu as boas-vindas aos calouros e ressaltou a importância do agrupamento entre arte e ciência. “A UFG é diferentona para começar o semestre, nós iniciamos com o mais perfeito sentido da palavra ‘diferentona’ com um projeto diferentão, composto por alunos da saúde que fazem música”, afirma. 

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Reunião foi marcada por performances culturais 

 

A mesa diretiva foi composta pelo coordenador-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Marcos Soares, pela representante da União Nacional dos Estudantes Indígenas e Quilombolas (Uneiq), Fátima Tertuliano, pela pró-reitora de Assuntos Estudantis, Maísa Miralva da Silva, pela secretária de Inclusão, Luciana Dias e pelo pró-reitor de Graduação, no ato representando a reitora Angelita Pereira de Lima, Israel Elias Trindade. 

“Esta Universidade é território indígena, é território quilombola, é de todos vocês, de toda a sociedade e de todos os brasileiros”, afirma Maísa Miralva. A pró-reitora explicou um pouco para os ingressantes os caminhos que devem tomar para buscar apoio dentro da Universidade e garantir a permanência. Ela deseja para os calouros que as políticas afirmativas os beneficiem e que daqui alguns anos ela possa vê-los no Centro de Eventos em suas colações de grau. “Eu espero que vocês possam se sentir muito acolhidos, muito em casa e muito donos dessa casa e que nós  possamos nos apoiar mutuamente para enfrentar essa lógica excludente da nossa sociedade”, finaliza. 

Luciana Dias fala sobre os bons sentimentos do começo da graduação e que são os mesmos que servem de combustível para alcançar o diploma, ela pede para que os ingressantes não percam o frio na barriga e a expectativa de desbravar o mundo todo. A secretária cita também as lutas que foram necessárias para que a Universidade chegasse até aqui e as lutas que serão travadas para que ela se torne ainda mais diversa, ela salienta que o legado que vem junto com esses novos estudantes é essencial para a força das batalhas. “Quando é anunciada a recomposição orçamentária dos Institutos Federais de Ensino Superior (Ifes), é a partir daí que nós vamos conseguir dar passos um pouco mais largos em direção às conquistas e aos avanços que queremos, no que diz respeito à inclusão e a realização da justiça social dentro da UFG”, afirma. 

O pró-reitor de Graduação fala sobre a importância dos movimentos estudantis dentro da Universidade, para unir e para fortalecer os alunos vulneráveis que estão dentro da UFG. Ele apresenta alguns dados, disponíveis no Analisa UFG, sobre a forma de ingresso dos estudantes e aponta que 81% entraram pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e salienta que a escolha dos gestores de utilizar essa forma de ingresso favorece o crescimento da diversidade dentro dos câmpus. "A adesão que a UFG fez ao Sisu, abriu as portas para que qualquer estudante de qualquer estado brasileiro pudesse ingressar aqui e o resultado disso é que hoje a nossa universidade é uma miniatura do Brasil”, pontua. 

Após a dissolução da mesa diretiva, os calouros assistiram uma apresentação do Grupo de Dança Diversus (GDDs), coordenado pela professora da Faculdade de Educação Física e Dança (Fefd-UFG), Marlini Dorneles de Lima. O espetáculo contou com a declamação de poema escrito pela aluna de pós-graduação, Luana Katielly, onde ela expõe as adversidades de ser uma pessoa com deficiência (PCD) na sociedade brasileira. Durante a declamação, outros integrantes do grupo executaram dança contemporânea. 

Ao final do evento, a cantora Thainá Janaina fez uma apresentação musical junto ao grupo de percussão e canto popular feminino, Coró Mulher e do Bloco Não é Não. O grupo cantou músicas clássicas brasileiras como "Faraó” de Margareth Menezes. Na saída, Coró Mulher fez uma roda de percussão junto aos calouros e aos organizadores do evento.

 

 

 

Fonte: Secom UFG

Categorias: Notícias SIN

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