
Convenção da SeTI destaca avanços e desafios da área na UFG
Cercomp, Cidarq e DTel apresentaram resultados e o planejamento para 2025
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Alexandre Felizola e Wendell Coltro disputam o prêmio Confap
Ação faz parte do Programa Vida no Câmpus, destinado a criar espaços de convivência
Confira o Edital de submissão de trabalhos e não deixe para a última hora
Estudantes de graduação devem acessar o Sigaa e se inscrever até dia 8 de abril
Relatório é produzido desde 2020 em parceria da UFG e Sebrae
No dia 4 de julho o Consuni volta a se reunir para realizar votação
Imagem faz parte de pesquisa e mostra estrutura respiratória de larva do Aedes aegypti
Núcleo de Práticas Jurídicas do Câmpus Goiás da UFG promove acesso gratuito à justiça à população de baixa renda
Estudo do Lapei (Face/UFG) em parceria com o Sebrae revela que mais mulheres têm se reconhecido como empreendedoras
Projeto De/Re:Generação investiga uso de biomateriais na interseção entre música, artes cênicas e novas tecnologias
Pesquisadores identificam proteína que pode intensificar inflamação intestinal causada pela ingestão do glúten
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Diferencial da técnica está na preparação da amostra do fruto; técnica pode ser utilizada em outros alimentos
Tema foi discutido em evento na Faculdade de Informação e Comunicação da UFG
Coordenadora do Tox In, Marize Valadares, participará da atualização do documento da Anvisa
Movimento global reforça o combate ao estigma e promove informação para salvar vidas
Em 2023, quantidade de negros matriculados em cursos de graduação superou o de brancos
Discrepância se intensifica nos níveis mais altos de reconhecimento, revela estudo
Data de abertura: de 28 de março de 2025
Investimento: entrada gratuita
A Coordenação de Inclusão e Permanência da Faculdade de Informação e Comunicação (Cinpe-FIC) organiza a palestra “Humanidades Digitais: Inteligência Artificial e Racismo Algorítmico”, com a cientista da computação, pesquisadora e ativista, Nina da Hora. O evento ocorre no dia 4/4, sexta-feira, às 10h, no Anfiteatro 2 do Instituto de Física. A atividade tem o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape).
Sobre a palestrante
Nina da Hora é mestranda em Visão Computacional na Unicamp. Em 2020, foi eleita uma das 100 mulheres pesquisadoras mais importantes no mundo na área de Ética em IA. Em 2021, foi listada como Forbes under 30 pelo MIT e em 2022 recebeu o prêmio Sabia Award pelo departamento de Educação de Cambridge pela pesquisa publicada ainda na graduação intitulada: "Racismo Algorítmico no Reconhecimento Facial".
A temática do evento aborda os desafios atuais das áreas de comunicação e informação, abrangendo o interesse dos cinco cursos da FIC a partir de uma perspectiva racial, considerando o papel da Cinpe-FIC na criação de mecanismos de garantia da permanência de estudantes beneficiários das políticas de inclusão e ações afirmativas.
A Inteligência Artificial (IA) é um dos principais temas em debate na atualidade e seu uso de maneira ética, segura e responsável tem sido uma preocupação de diversos governos ao redor do mundo. Apesar de promover avanços importantes na resolução de problemas em diferentes áreas, a IA também oferece riscos que precisam ser avaliados com cautela, a exemplo da reafirmação de estereótipos racistas, denominada de “racismo algorítmico”. Encontrar o ponto ideal entre fomentar a inovação tecnológica e proteger os cidadãos contra possíveis riscos é um dos desafios nas sociedades que debatem a regulamentação do uso de IA.
Nascido de frente para o mar, na comunidade do Morro da Sereia (Salvador – Bahia), em meio a pandemia do coronavírus, com muito respiro e resistência, o espetáculo performativo "Memore-si", que une dança, teatro e performance em uma narrativa sobre ancestralidade e corpo negro, chega a Goiás para duas apresentações gratuitas. Em Goiânia, a apresentação acontece no dia 4 de abril, no Centro Cultural UFG, e na Cidade de Goiás, no dia 19 de abril, na cidade de Goiás, no espaço de Circo e Cinema Rosinha do Brejo.
Criado pela performer Roberta Rox (GO) e dirigido por Inaê Moreira (BA), "Memore-si" transita entre o cerrado e o mar, evocando memórias, resistência e poesia corporal. Com rosas nas mãos e raízes na cabeça, é um convite à escuta das memórias da terra, das rosas, das conchas, das tranças, das ancestralidades. A montagem incorpora referências da dança butoh e das danças populares afro-brasileiras, criando uma experiência sensorial e simbólica que ressignifica o imaginário sobre o corpo feminino negro na cena teatral e na dança.
Além das apresentações, que contam com a assistência de direção de Mirna Anaquiri (AM), está previsto um bate-papo com a equipe para aprofundar os diálogos sobre arte, identidades e memórias. As sessões contarão com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e audiodescrição.
O Laboratório de Música Popular "Bororó Felipe" (Laboris ) da Escola de Música e Arte Cênicas da Universidade Federal de Goiás (EMAC-UFG) foi contemplado no edital de manutenção de Espaços Culturais da Lei Aldir Blanc, por meio da Secult Goiás. A vivência com o artista Arismar do Espírito Santo é a primeira atividade como contrapartida do projeto. Na oficina artística, o público conhecerá mais sobre a trajetória musical do convidado e apreciará as suas sonoridades. Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, pelo Google Forms.
Na concepção do artista a iniciativa do Laboris em abrir as portas para a comunidade pensar e produzir música é muito importante. “Fica na mente da gente a alegria de ver um ‘juntêro’ de cabeças pensantes e tocantes movendo bons ventos ao coletivo artístico. Mostrando também que o suor das tocatas sensíveis, que elevam e englobam todas as artes estão na lida da lira criando boas lembranças”, enfatiza.
O projeto de manutenção do Laboris visa democratizar o acesso a ferramentas de produção musical de qualidade e promover a diversidade artística. Para isso, irá realizar gravações gratuitas de quatro artistas goianos [que serão selecionados por processo seletivo], dois shows, quatro oficinas artísticas e uma capacitação na área de gestão cultural. Todas essas atividades vão acontecer nos espaços da EMAC, em 2025, com a participação de professores e alunos da UFG.
Arismar do Espírito Santo
O multi-instrumentista e compositor, Arismar do Espírito Santo, já esteve em Goiânia inúmeras vezes. “Fiz baile nos anos 1970. Toquei em sons com Simonal, Dominguinhos, Dóris Monteiro. No festival de violões com a amada Banda Pequi do Jarbas Cavendish e no festival de jazz com o Grupo do compadre Pipoquinha”, destaca.
Arismar do Espírito Santo é um músico completo. É referência em vários instrumentos e possui uma maneira única de tocar e compor. Utiliza a intuição, espontaneidade, improvisos melódicos e ritmo contagiante no processo de criação musical.
O Corpo Circense da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, unidade do Governo de Goiás, apresenta um espetáculo multicultural no dia 6 de abril, às 18h, no Teatro Escola Basileu França. A apresentação vai contar com vários números produzidos pelos estudantes e profissionais da unidade, especialmente para esta noite. “O evento é um convite para que o público possa conhecer e vivenciar uma das mais antigas manifestações artísticas do mundo”, ressalta o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto.
O titular da pasta destaca que “eventos como o Varieté Multicultural, além de encantar, também inspiram nossos jovens. Essa integração entre arte, educação e inovação é fundamental para desenvolver talentos e construir um futuro mais criativo e inclusivo para Goiás”. A programação vai levar ao público números de acrobacias de solo e aéreas, além de espetáculos de equilibrismos e malabarismos.
À frente da apresentação estão os artistas que integram o Núcleo de Altas Habilidades do Basileu França, profissionais que trabalham há anos com a arte circense. O Corpo Circense é um dos grupos artísticos da EFG em Artes Basileu França. A instituição de ensino é ligada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e, desde 2021, é gerida pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT). Os ingressos para o espetáculo, com valor de R$ 15, já podem ser adquiridos pela plataforma Sympla.
Ingressos: R$ 15, pela plataforma Sympla, www.sympla.com.br/evento/variete-cultural/2888508
Maria dos Céus é uma senhora que vive distante de tudo e de todos, mas que cultiva uma amizade pura e verdadeira com uma árvore que viu nascer e crescer. A falta de água preocupa Maria que passa os dias cuidando de sua companheira com os poucos recursos que ainda lhe restam. O espetáculo fala sobre ciclos, os que se iniciam e os que se fecham. É importante encontrar a beleza tanto no início, como no fim.
Serviços
A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com 109 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.
Galeria de Fotos
Câmpus Samambaia
Avenida Esperança s/n
Câmpus Colemar Natal e Silva
5ª Avenida - Setor Leste Universitário
Avenida Bom Pastor, S/n - Setor Areião, Goiás
Estrada Municipal, Quadra E Área Lote 04, Bairro Fazenda Santo Antônio, Aparecida de Goiânia - GO
Rua SQ 16, Qd. 2, Lotes 55/56. Centro. Cidade Ocidental - GO, 72880-590